GAMUS

 

 

 

 

Torne-se Amigo/Sócio do Museu Nacional Grão Vasco e descubra todas as vantagens:

Entrada gratuita em 25 Museus, Palácios e Monumentos Nacionais

MUSEU NACIONAL GRÃO VASCO, VISEU MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA, LISBOA
PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA, MAFRA MUSEU NACIONAL DO AZULEJO, LISBOA
PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA, LISBOA MUSEU NACIONAL DOS COCHES, LISBOA
PANTEÃO NACIONAL, LISBOA MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA, LISBOA
TORRE DE BELÉM, LISBOA MUSEU NACIONAL DE ARTE POPULAR, LISBOA
MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS, LISBOA MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA, LISBOA
MOSTEIRO DE ALCOBAÇA, ALCOBAÇA MUSEU NACIONAL DA MÚSICA, LISBOA
MOSTEIRO DA BATALHA, BATALHA MUSEU NACIONAL DO TEATRO E DA DANÇA, LISBOA
CONVENTO DE CRISTO, TOMAR MUSEU NACIONAL DO TRAJE, LISBOA
CASA – MUSEU DR. ANASTÁCIO GONÇALVES, LISBOA MUSEU NACIONAL DE ÉVORA, ÉVORA
MUSEU NACIONAL SOARES DOS REIS, PORTO MUSEU NACIONAL MACHADO DE CASTRO, COIMBRA
FUNDAÇÃO DE SERRALVES, PORTO MUSEU MONOGRÁFICO DE CONÍMBRIGA, CONDEIXA-A-NOVA
MUSEU DO CHIADO/ MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA, LISBOA + 10% de desconto em compras nas lojas e livrarias destes Museus, Palácios e Monumentos Nacionais e Convites, Programas e Ofertas exclusivas Amigos
Inscrição Quotização Anual:

 

Cônjuge 25€

Adulto 15€

Jovem 7,5€

Pedido de Inscrição e Contactos:

gamusviseu@gmail.com

T:936 479 375

Facebook do GAMUS

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Atendimento presencial: Sábados das 15h00 às 17h00 / Biblioteca de Arte do MNGV

 

Podem ser Sócios/Amigos do GAMUS todos os cidadãos portugueses ou estrangeiros, pessoas individuais ou coletivas de natureza pública, cooperativa ou privada, desde que empenhados na preservação e desenvolvimento da cultura e da arte e que manifestem interesse em colaborar no cumprimento da missão do GAMUS e na realização dos seus objetivos.

A Missão do GAMUS consiste em apoiar financeiramente e colaborar voluntariamente com o Museu Nacional Grão Vasco na salvaguarda do património cultural nacional, no enriquecimento, valorização e conservação do seu acervo, bem como projetar a imagem e atividades do MNGV e do GAMUS.

ÓRGÃOS SOCIAIS TRIÉNIO 2018 / 2020

Direção

Sandra Ferraz – Presidente

Sandra Marinho – Vice-presidente

Paulo Medeiros – Vogal

Marta Matos – Vogal

Miguel Coelho – Vogal

Mesa Assembleia Geral

Cristiana Rodrigues – Presidente

Ana Maria Madureira – Vice-presidente

Leonilde Botelho – 1.ª Secretária

Ramiro Figueiredo – 2.º Secretário

Conselho Fiscal

Gabriel Libânio – Presidente

José Santos – Secretário

Sérgio Espírito Santo – Relator

Alberto Correia – Presidente Honorário

Paulo Gonzo – Presidente da Comissão de Honra

Torne-se Amigo, usufrua das vantagens e apoie o Museu Nacional Grão Vasco

 

 

Coleções

O Museu Nacional Grão Vasco possui um acervo que inclui obras de arte de diversa tipologia e cronologia. A coleção principal do Museu é constituída por um conjunto notável de pinturas de retábulo, provenientes da Catedral, de igrejas da região e de depósitos de outros museus, da autoria de Vasco Fernandes (c. 1475-1542), o Grão Vasco, de colaboradores e contemporâneos. O acervo inclui ainda objetos e suportes figurativos originalmente destinados a práticas litúrgicas (pintura, escultura, ourivesaria e marfins, do Românico ao Barroco), maioritariamente também provenientes da Catedral e de igrejas da região, a que acrescem peças de arqueologia, uma coleção importante de pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, exemplares de faiança portuguesa, porcelana oriental, mobiliário e têxteis.

O EDIFÍCIO

Construído no local da antiga residência episcopal, o Paço dos Três Escalões destinou-se, na origem, a seminário ou colégio para a formação do clero. Uma lápide comemorativa certifica que as obras tiveram início a 6 de Junho de 1593, prolongando-se pela primeira metade do séc. XVII. De concreto, sabe-se apenas que, por volta de 1613, as obras eram dirigidas por Domingos Rodrigues, designado como «pedreiro e mestre das obras do Seminário», residente em Viseu, e que em 1630 alguns trabalhos, eventualmente de acabamento, decorriam ainda no interior do edifício. Já no séc. XVIII, durante a vacância de 1720-1741, no mesmo período em que se construiu o piso superior do Claustro da Catedral, foi-lhe acrescentado também o piso superior.

Embora se desconheça a autoria do projeto original, é provável que se deva a um arquiteto de origem castelhana, à semelhança do que sucedeu com o da atual fachada da Catedral, encomendado ao salamantino João Moreno.

Configurando uma das alas da Praça do Adro, o emblema maior do valor patrimonial da cidade, o Paço dos Três Escalões é um extenso e imponente maciço granítico que não tem, na forma e na escala, qualquer paralelo na cidade. Singular na relação entre sobriedade e monumentalidade, sobretudo pela fachada Norte, bem mais extensa e elevada sobre enormes rochas graníticas, desenvolve-se interiormente em longas galerias, onde pontuam ainda, apesar dos diversos tipos de utilização e das profundas alterações de que foi objeto no decurso do tempo, diversos elementos originais, incluindo os fogões-de-sala classicistas.

Ao contrário do que sucedia com o exterior, já que o edifício conserva genericamente uma marca identitária singular e poderosa, o interior, objeto de obras sucessivas de readaptação aos mais diversos serviços que ao longo dos séculos aí se foram instalando, ainda antes da ocupação do museu, e chegando mesmo a coincidir com ele, encontrava-se profundamente degradado e descaracterizado, essas longas galerias só viriam a ser ocupadas pelas coleções museológicas em 1938.

Um complexo problema de acesso dos públicos e das coleções, a incapacidade de sustentação do acervo em bom estado de conservação e de um conjunto de infra-estruturas básicas de funcionamento, entre outros, inscreviam-se no vasto elenco de problemas do edifício, em período anterior ao da intervenção profunda de que foi objeto, segundo o projeto do Arquiteto Eduardo Souto Moura, que entre 2001 e 2003 libertou o interior dos muitos elementos apostos e desvirtuantes, e adaptou-o às exigências de um programa museológico novo.